Após anos de resultados contundentes com os pacientes em consultório fazendo uso da Metodologia BioFAO, pensou-se na possibilidade de utilizar o composto nas plantas e vegetais. Como esperado, o resultado foi bastante empolgante.

Ao longo de anos, pesquisas foram desenvolvidas para a melhor potência medicamentosa e à frequência adequada para utilização da BioFAO na agricultura. Em 2011, a Dra. Marli Ranal, da Universidade Federal de Uberlândia, iniciou uma vasta pesquisa. O resultado deste trabalho pode ser encontrado no livro ‘BioFAO na agricultura: recuperação da defesa natural das plantas’ (2017).
A pesquisa da Dra. Marli Ranal provou que a forma de atuação da Metodologia BioFAO promove o aumento de insetos nas plantações, que, por sua vez, estimulam as próprias defesas do vegetal, atraindo, assim, os inimigos naturais destes insetos, dentro de uma dinâmica funcional e equilibrada. Esta é a base do controle biológico realizado pela metodologia.

As plantas tratadas com BioFAO mantiveram o processo fotossintético com padrão similar ao das plantas não tratadas, com algumas vantagens que incluem a redução da temperatura foliar, reabertura estomática no final da tarde, menor taxa de transpiração e maior eficiência no transporte de elétrons.

Também foi possível inferir ainda que as plantas tratadas com BioFAO conseguiram se recuperar do estresse a que foram submetidas ao longo do dia de forma mais eficiente do que as plantas tratadas de outra forma.

O uso da metodologia aumenta a imunidade das plantas, mesmo em ambientes bem estabelecidos quanto ao contexto agroecológico, como as mandalas instaladas sob cultivos orgânicos em assentamentos.

A substituição dos agrotóxicos pela BioFAO traz benefícios à saúde humana em função da redução ou eliminação da ingestão dessas substâncias altamente tóxicas e mutagênicas.
A adoção imediata dessa metodologia, tanto em lavouras quanto nas áreas naturais, pode ser a solução para informar à natureza de sua frequência original que gera saúde e equilíbrio.

“BioFAO na agricultura:
recuperação da defesa
natural das plantas” (2017)

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Como faço para conhecer mais sobre a BioFAO na agricultura?

O Instituto BioFAO disponibiliza gratuitamente um minicurso online, de 50 minutos de duração, explicando para os agricultores sobre o composto, forma de preparo, forma e fases de aplicação.

A videoaula foi gravado com o produtor Vilson Pigatto dentro da sua propriedade, onde a BioFAO é utilizada desde setembro de 2009. O testemunho deste agricultor é muito importante para aqueles que desejam converter sua produção convencional para a lógica orgânica de produção.

Clique aqui para assistir ao minicurso

Em que tipo de produção podemos usar a BioFAO?

A BioFAO pode ser aplicada em plantas de grande porte ou em pequenas hortaliças, sendo necessário que o medicamento seja aplicado em apenas algumas folhas para que a informação de saúde seja transmitida para o vegetal.

Existem mais projetos em andamento com a utilização da BioFAO?

Sim, desde 2014 desenvolve-se um projeto para o cultivo de vinhas em Portugal, na região do Porto e, em 2016, o Instituto BioFAO, firmou uma parceria com a UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro para ampliar as pesquisas na região.

Em 2017, iniciamos um projeto com pequenos produtores agroecológicos da região serrana do Rio de Janeiro, fornecendo a primeira aplicação da BioFAO e o suporte técnico necessário para a aplicação na lavoura.

Como faço para iniciar o tratamento da minha plantação com BioFAO?

Com o objetivo de mapear e organizar a rede de agricultores que fazem uso da metodologia BioFAO, a primeira aquisição deve ser feita através do Instituto BioFAO.

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