Nossa metodologia.

Para a BioFAO, saúde não é ausência de doença — é equilíbrio sistêmico restaurado.

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O que é a Metodologia BioFAO?

A Metodologia dos Fatores de Auto-Organização (BioFAO) é uma abordagem médica integrativa, desenvolvida a partir de quatro décadas de pesquisa, observação clínica e construção científica.

Voltada ao acompanhamento de condições agudas e crônicas, a BioFAO compreende a doença como a expressão de um desequilíbrio que se manifesta em diferentes dimensões do ser. Sua proposta é favorecer a reorganização do biocampo e resgatar a capacidade inata de equilíbrio e saúde de cada indivíduo.

O cuidado é realizado por médicos ou médicos veterinários certificados pela Formação BioFAO, capacitados para indicar o tratamento e conduzir a aplicação da metodologia de forma individualizada, respeitando as necessidades e a singularidade de cada paciente.

Apenas médicos e médicos veterinários certificados pela Formação BioFAO estão aptos a  prescrever a BioFAO

Medicamento homeopático de formulação exclusiva, produzido sob as normas e regulamentações da Anvisa;

Rastreabilidade, controle de qualidade e garantia dos processos físico-químicos e microbiológicos em toda a cadeia de produção

Conheça nossas áreas de atuação:

Humana

Mais de 600 médicos em todo o Brasil já foram formados pela Metodologia BioFAO. A área humana da BioFAO reúne ensino, pesquisa e prática clínica, promovendo a formação continuada de profissionais e a construção colaborativa do conhecimento em saúde integrativa.

A experiência acumulada ao longo de anos de prática clínica, ensino e pesquisa também se reflete na produção editorial do Instituto, com livros e materiais didáticos que difundem os fundamentos e a evolução da Metodologia BioFAO. Entre essas publicações, destaca-se BioFAO – Uma Medicina para um Novo Tempo, obra que apresenta a filosofia e os pilares dessa nova abordagem da medicina.

Veterinária

A BioFAO na Veterinária nasceu de uma necessidade real: animais domésticos de pacientes BioFAO que haviam se intoxicado acidentalmente. A partir desses primeiros casos, a Metodologia começou a ser aplicada também na saúde animal, com resultados observados em diversas patologias ao longo de mais de duas décadas.

Hoje, a abordagem vem se expandindo fortemente para a oncologia veterinária, sendo incorporada à rotina clínica por profissionais de diversas especialidades como recurso não invasivo no cuidado de animais de companhia.

Agricultura

Em parceria com a Dra. Marli A. Ranal da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a BioFAO desenvolveu uma linha de pesquisa dedicada à aplicação da metodologia em vegetais, consolidada ao longo de anos de estudos experimentais e observação de campo.

Esse conhecimento deu origem ao livro “BioFAO na Agricultura: recuperação da defesa natural das plantas”, que apresenta os fundamentos e os resultados dessa abordagem no contexto agrícola

Como a Metodologia BioFAO funciona?

Mais do que tratar sintomas, a Metodologia BioFAO foi desenvolvida para acompanhar indivíduos acometidos por doenças agudas e crônicas a partir de uma visão ampliada da saúde. Sua atuação busca favorecer a reorganização do biocampo e estimular a capacidade natural de equilíbrio do organismo, integrando as dimensões física, mental e emocional do cuidado

O que significa BioFAO?

FAO = Fatores de Auto-Organização

BIO = Biocampo, o campo de energia e informação, único e individual, que orienta a organização e o equilíbrio dos processos vitais de cada ser.

A união desses dois conceitos dá origem à Metodologia BioFAO, uma abordagem médica voltada para a reorganização da rede de informação eletromagnética do organismo, favorecendo a integração entre corpo, mente e espírito.

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Um medicamento com mais de 40 anos de pesquisa

O tratamento BioFAO é conduzido por meio de um medicamento homeopático aprovado pela Anvisa, prescrito exclusivamente por médicos habilitados e desenvolvido ao longo de mais de quatro décadas de pesquisa e prática clínica.

Sua formulação é composta por sete naturezas homeopáticas, relacionadas aos sete principais centros de energia do corpo e em correspondência com os principais eixos endócrinos do organismo.

Para quem é indicado?
A BioFAO pode ser aplicada em diferentes contextos clínicos:

Pontual: como abordagem voltada para uma necessidade ou condição específica de saúde;

Acompanhamento terapêutico: como estratégia de promoção do equilíbrio e manutenção do bem-estar ao longo do tempo, conforme indicação médica.

Entenda as diferenças entre as metodologias
convencional, energética e BioFAO

Medicina Convencional:

Baseada nos conhecimentos da medicina moderna, dedica-se ao diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças a partir de evidências clínicas e biológicas.

Metodologia Energética:

Partem da compreensão de que a saúde também envolve dimensões sutis do ser, considerando aspectos emocionais, mentais e energéticos no processo de cuidado.

Metodologia BioFAO:

Propõe uma abordagem humana e integral, que atua no biocampo. Seu objetivo é favorecer a reorganização da informação vital do organismo, ampliando as possibilidades terapêuticas e estimulando a expressão da saúde inata do indivíduo.

Ainda tem dúvidas sobre a Metodologia BioFAO?

Assista ao seminário para pacientes BioFAO e entenda melhor os benefícios

Conheça a Dra. Míria de Amorim, idealizadora e principal referência da Metodologia BioFAO.

A Dra. Míria de Amorim é médica graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com especialidade em Homeopatia pelo Instituto Hahnemanniano e Mestre em Saúde Coletiva pelo IESC-UFRJ, acumula décadas de pesquisa e prática clínica integrativa.

Atualmente, preside o Instituto Archeus e atua como pesquisadora voluntária do Ambulatório de Saúde Ambiental e Ocupacional (Toxicologia Clínica) da UFRJ — consolidando sua atuação na interface entre medicina integrativa, homeopatia e saúde coletiva.

Autora de obras fundamentais para quem busca entender a Metodologia BioFAO e o equilíbrio do biocampo, BioFAO: Uma medicina para um novo tempo (2018) e Holismo, Homeopatia e Alquimia — uma sincronicidade para a cura (2000). É também coautora de Pontos de Mutação na Saúde (2011) e BioFAO na Agricultura — recuperação da defesa natural das plantas (2017).