Nossa História

Conheça a história da BioFAO

40 anos de ciência, consciência e cuidado.

onde tudo começou

A menina que carregava uma missão sem saber o nome dela

Há histórias que começam com uma certeza silenciosa, dessas que a pessoa carrega no corpo antes de conseguir colocar em palavras.

Míria de Amorim cresceu assim. Filha de escola pública, sem dinheiro para faculdade particular, sabia desde cedo que queria ser médica. O que ela não sabia é que a medicina que buscava ainda não tinha nome — e que seria ela quem precisaria inventar.

No ano do vestibular, uma surpresa: a matemática foi incluída como critério decisivo para medicina. Uma matéria para a qual ela não tinha base alguma.

Qualquer pessoa em seu lugar poderia ter desistido. Ela fez diferente.

“Pedi ajuda se era pra eu ser uma boa médica. E durante a prova, senti uma paz indescritível. Minha mão fez cálculos que eu não sabia fazer.”

Ela gabaritou a prova de matemática. Entrou na UFRJ. E desde esse dia, carregou uma convicção que nunca mais a abandonaria: havia algo maior guiando sua trajetória, e sua responsabilidade era estar aberta o suficiente para segui-lo.

Missão, valores e visão

Nossa missão

Nossa missão é resgatar a saúde inata de todo ser vivo — humano, animal ou vegetal. Integramos a sabedoria dos sistemas tradicionais de cura ao rigor da ciência biomédica e biofísica contemporânea, oferecendo uma abordagem que vai além do sintoma e trata o ser em sua totalidade.
Por meio de evidências científicas, atendimento social e doação de medicamentos, o Instituto Archeus, nosso Centro de Pesquisas em Regulação Biológica e Saúde Integral, trabalha para democratizar o acesso à saúde integral, devolvendo o equilíbrio que sempre foi seu.

Nossos Valores

Há mais de 4 décadas, somos um movimento que defende a ampliação do olhar sobre o que é saúde e agrega mais de 600 profissionais responsáveis pelo cuidado de 20 mil vidas por ano.
Unimos consciência sistêmica, propósito e embasamento científico em tudo o que fazemos, entendendo que saúde não é ausência de doença: é presença de equilíbrio. Respeitamos a individualidade de cada ser, praticamos a ciência com propósito e colocamos o acesso à saúde acima de qualquer barreira. O equilíbrio não nos pertence. Pertence a quem precisa dele. A BioFAO existe para expandir a consciência médica e acreditamos que todo ser vivo carrega em si a inteligência para se reequilibrar. Nosso papel é despertá-la.

Nossa visão

Ser a referência em medicina integrativa e saúde integral, reconhecida por despertar a inteligência inata de cura presente em cada ser vivo.
Acreditamos que quando um sistema recupera seu equilíbrio, a transformação se expande: famílias se reorganizam, biomas se recuperam e histórias ganham a chance de seguir em frente.
Por isso, estamos construindo um movimento que vai muito além da medicina convencional. E estamos só começando.

a jornada em anos

Linha do tempo

Quatro décadas de ciência, consciência e cuidado — reunidas ano a ano.

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1984 – 1990

Encontrando os 7 Elementos

Dra. Míria pesquisa e revela os sete filhos — o núcleo fundador da metodologia Biofal.

Origem da metodologia
1984
2000

2000

Lançamento do 1º livro

"Holismo, Homeopatia, Alquimia — uma Sincronicidade para a Cura"

Publicação

2001

Primeiras pesquisas básicas

Com Haydée Moreira — início da validação científica da metodologia.

Pesquisa
2001
2003

2003

Dissertação na UFRJ

"A homeopatia na prevenção das doenças de origem ambiental agrotóxica" — Míria de Amorim.

Pesquisa acadêmica

2005

I Simpósio + Ambulatório UFRJ

Hotel Atlântico Sul. Início do trabalho no ambulatório de toxicologia da UFRJ.

Evento
2005
2007

2007

✦ Criação do Instituto BioFAO

II Simpósio em Búzios. Desenvolvimento da "Roda" — os cinco elementos da Medicina Chinesa.

Marco fundacional

2008

III Simpósio + Vinhas portuguesas

Pesquisas com Manuela Ribeiro mostram que o BioFAO fortalece a defesa natural das plantas.

Pesquisa
2008
2009

2009

IV Simpósio + Agricultura

Windsor Barra. Início das pesquisas na agricultura brasileira com Vilson Pigatto.

Evento
2011

2011

Ponto de Mutação + Sólidos de Platão

Lançamento do livro e incorporação dos Sólidos de Platão ao sistema BioFAO. Pesquisas na agricultura com Marli Ranal.

PublicaçãoPesquisa

2014

I Jornada Integrativa

Novotel. Simpósios dão lugar às Jornadas — eventos de vivência e não apenas de apresentação.

Jornada
2014
2015

2015

II Jornada Integrativa

Windsor Atlântica — a comunidade BioFAO cresce e se consolida.

Jornada

2017

✦ Archeus registrado na ANVISA + III Jornada

Hilton Rio. Registro do medicamento Archeus na ANVISA — décadas de pesquisa conquistam validação formal.

Marco histórico
2017

2019

IV Jornada Integrativa

Mais um encontro da comunidade BioFAO — conhecimento compartilhado e vivido.

Jornada
2019
2020

2020

Árvore da Vida de Sephirot + CGS

A tradição cabalística é incorporada ao sistema BioFAO. Criação da CGS.

Expansão metodológica
2023

2023

V Jornada + Lemniscata LC7 + Ayurveda

Séries CT e CV1/CV2. Incorporação da Medicina Ayurvédica. A metodologia BioFAO abrange medicina, ciência, espiritualidade e autoconhecimento em um único sistema.

Expansão metodológicaJornada
2025

2025

✦ Instituto torna-se OSCIP

Reconhecimento oficial de utilidade pública e impacto social — uma medicina que pertence a todos.

Reconhecimento público

2026

✦ Protocolo LC7 Dupla

Novo protocolo terapêutico — mais um passo na evolução contínua da metodologia BioFAO.

Inovação metodológica
2026
Pesquisa & eventos
Marcos fundacionais
Projeto social

O que a BioFAO acredita

Ao longo de quatro décadas, a BioFAO desenvolveu uma visão de saúde que não cabe em um único sistema. Ela bebe de fontes diversas — homeopatia, medicina chinesa, alquimia, tradição hindu, cabala, ayurveda, geometria sagrada — sem se reduzir a nenhuma delas.

O que une tudo isso é uma convicção central:

“O ser humano não adoece apenas no corpo. Adoece na consciência. E é na consciência que a cura começa.”

Por isso, na BioFAO, o cuidado vai além da consulta:

40

anos de ciência,
consciência e cuidado

7

elementos no núcleo da
metodologia

+600

profissionais no movimento

20 mil

vidas cuidadas por ano

o chamado

O acidente que não foi acidente

No terceiro ano de medicina, Míria entrou por engano em uma aula de homeopatia. O professor Cláudio Araújo falava sobre leis de cura, energia vital, a ideia de que o ser humano não é apenas um conjunto de órgãos, mas um campo vivo, em permanente relação com o mundo.

Algo naquelas palavras tocou um lugar que nenhum livro de anatomia havia alcançado.

Pouco depois, uma tragédia pessoal: uma amiga próxima ficou tetraplégica. O impacto da notícia, somado a problemas de saúde próprios que a medicina convencional não conseguia resolver, a levou a experimentar o primeiro remédio homeopático.

“Os sintomas desapareceram. Não foi coincidência. Foi uma confirmação.”

A partir daí, Míria se tornou médica homeopata unicista — comprometida com o tratamento do ser humano inteiro, não de suas partes isoladas. Mas algo dentro dela sabia que aquilo ainda não era suficiente. Havia uma linguagem mais profunda que ela precisava aprender.

1984 a 1990

Os sete filhos

Durante anos, Míria atendeu, observou e pesquisou. Ela queria entender o que havia de comum na dor humana, além dos diagnósticos, além dos sintomas, aquele substrato invisível onde toda enfermidade parece começar.

Essa busca a levou a estudar alquimia, tradições hindus e chinesas, centros de energia, campos eletromagnéticos, as filosofias que falam do ser antes de falar do corpo. Ela cruzou a medicina com a espiritualidade, a química com a consciência.

E então, entre 1984 e 1990, algo se revelou.

Um a um, foram emergindo os que ela chamaria de “sete filhos” — os sete elementos que formariam o núcleo de sua metodologia. Cada um descoberto não apenas em laboratório, mas em anos de escuta profunda de pacientes, de intuição cultivada, de entrega.

O sétimo elemento foi o mais singular. Ele chegou após o nascimento de sua quarta filha, confirmando uma intuição que Míria carregava desde a infância: ela teria onze filhos. Quatro biológicos. E sete BioFAO.

“Não é a médica que descobre o remédio. É o remédio que encontra a médica que está pronta para recebê-lo.”

2000 a 2006

Construindo os alicerces

2000 — O primeiro livro

Em 2000, Míria publicou “Holismo, Homeopatia, Alquimia, uma Sincronicidade para a Cura” — o primeiro registro público de uma visão de medicina que ela havia gestado por décadas. Um livro que não era apenas científico: era um manifesto sobre como o ser humano poderia ser curado de dentro para fora.

2001 — As primeiras pesquisas

Junto com Haydee Moreira, Míria iniciou as pesquisas básicas com BioFAO, o primeiro passo para transformar intuição em evidência, espiritualidade em ciência documentada.

2003 — A ciência encontra a terra

A dissertação “A homeopatia na prevenção das doenças de origem ambiental agrotóxica” mostrou algo que poucos esperavam: a metodologia que havia nascido para curar pessoas poderia também curar a terra. A relação entre o ser humano e o ambiente não era metáfora, era completamente tratável.

2005 — O primeiro simpósio e o ambulatório

O I Simpósio, realizado no Hotel Atlântico Sul, reuniu pela primeira vez uma comunidade ao redor dessas ideias. No mesmo ano, Míria iniciou o trabalho no ambulatório de toxicologia da UFRJ, levando a metodologia para dentro da universidade pública que a havia formado.

2007

A BioFAO nasce

Em 2007, o que era uma metodologia e uma comunidade em formação ganhou uma casa.

A BioFAO foi criada. Um espaço que não nasceu apenas para tratar pacientes, mas para guardar, desenvolver e transmitir um modo de ver o ser humano que integrava medicina, espiritualidade e autoconhecimento.

No mesmo ano, Míria desenvolveu a “Roda”: a integração dos cinco elementos da Metodologia Chinesa ao sistema BioFAO. Não como importação de uma tradição estrangeira, mas como reconhecimento de que culturas diferentes haviam mapeado os mesmos fluxos energéticos com nomes distintos.

O II Simpósio, realizado em Búzios, celebrou esse nascimento diante de uma comunidade que crescia.

“O Instituto não nasceu de uma decisão de negócios. Nasceu de uma necessidade de continuar — de garantir que esse trabalho pudesse existir além de uma vida só.”

2008 a 2013

Crescer é aprofundar

Os anos que se seguiram foram de expansão sem pressa. Cada simpósio — o III em 2008, o IV em 2009, o V em 2010 — não era apenas um evento. Era um ponto de encontro de uma comunidade que aprendia junta, que trazia de volta para a mesa os resultados de aplicações em pacientes, em pesquisas, em diferentes contextos da vida.

A metodologia que vai além do humano

Em 2008, as pesquisas com Manuela Ribeiro em vinhas portuguesas mostraram algo extraordinário: a Metodologia BioFAO era capaz de fortalecer a defesa natural das plantas. A mesma inteligência que reorganiza o campo energético humano operava no mundo vegetal.

Em 2009, Vilson Pigatto iniciou as pesquisas na agricultura brasileira. Em 2011, Marli Ranal aprofundou esse caminho. A BioFAO estava se tornando, silenciosamente, uma metodologia de amplitude ecológica — que cuidava do ser humano sem esquecer que ele vive dentro de um sistema maior.

Sólidos de Platão e novos horizontes — 2011

Em 2011, a incorporação dos Sólidos de Platão ao sistema BioFAO adicionou mais uma camada de compreensão geométrica e energética à metodologia. E o lançamento do livro “Ponto de Mutação” (título que não era apenas metáfora) sinalizou que algo havia mudado de fase.

Silvio Leite e a pesquisa científica rigorosa

A dissertação de Silvio Leite, avaliando a infecção com Leishmania chagasi em hamsters pelo tratamento com o complexo de medicações de alta diluição e fatores de auto-organização, demonstrou que as hipóteses da Metodologia BioFAO podiam ser testadas com rigor acadêmico. E que elas resistiam ao teste.

2014 a 2023

As Jornadas: quando a BioFAO foi ao mundo

A partir de 2014, o formato mudou. Os simpósios deram lugar às Jornadas Integrativas — eventos de maior amplitude, que não apenas apresentavam a metodologia, mas a vivenciavam.

2014 - I Jornada Integrativa — Novotel · Lançamento do livro "Ponto de Mutação"

2015 - II Jornada Integrativa — Windsor Atlântica

2017 - III Jornada Integrativa — Hilton Rio · Lançamento do livro "BioFAO na Agricultura" · Registro do medicamento Archeus

2019 - IV Jornada Integrativa BioFAO

2023 - V Jornada Integrativa · Lemniscata LC7 · Séries CT e CV1/CV2 · Medicina Ayurvédica

2024 - VI Jornada Integrativa BioFAO

O Archeus — 2017

O registro do medicamento Archeus em 2017 foi um marco histórico. Depois de décadas de desenvolvimento, um dos frutos centrais da pesquisa BioFAO conquistava reconhecimento formal. Era a prova de que uma metodologia nascida da intuição e da espiritualidade podia percorrer o caminho rigoroso da validação e chegar lá.

O ambulatório social — 2018

Em 2018, a BioFAO abriu seu ambulatório social, levando o cuidado para quem não poderia pagar por ele. Uma decisão que dizia, sem precisar de palavras, qual era a alma do lugar: o conhecimento não pertence a quem pode comprá-lo. Ele pertence a quem precisa.

No mesmo ano, o livro “BioFAO: Uma medicina para um novo tempo” e “Recuperação da defesa natural das plantas” chegaram ao público — dois volumes que juntos sintetizavam décadas de descobertas.

Novos sistemas, novos horizontes — 2020 a 2023

A Árvore da Vida de Sephirot chegou em 2020, incorporando a tradição cabalística ao sistema BioFAO e criando a CGS — mais uma camada de compreensão sobre os padrões que organizam a energia e a consciência humana.

Em 2023, a Lemniscata LC7 e as séries CT e CV1/CV2 expandiram as ferramentas terapêuticas disponíveis. A incorporação da Medicina Ayurvédica completou um mosaico que inclui agora tradições de quatro continentes. Todas falando, com vocabulários diferentes, sobre a mesma verdade: o ser humano é mais do que seu corpo.

Uma OSCIP – 2025

Em 2025, a BioFAO foi reconhecida como OSCIP — Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.

O reconhecimento não mudou o que a BioFAO é. Confirmou o que ela sempre foi: uma iniciativa de interesse público, nascida não do lucro, mas do cuidado. Uma metodologia que existe para que mais pessoas possam ter acesso a uma medicina que olha para elas inteiras.

“Quarenta anos. Sete elementos. Uma certeza: a saúde é uma condição da consciência.”