Pesquisa conduzida pela Dra. Haydée Moreira demonstrou que aexposição de medicamentos BioFAO a campos eletromagnéticos, como celulares e micro-ondas, reduz parcialmente sua eficácia. O estudo comprova que a informação contida nas ultradiluições é sensível a radiações externas, fundamentando as recomendações de proteção vibracional adotadas na Metodologia BioFAO.

Sobre a teoria

 Cabeçalho Técnico  width= Este estudo avaliou se campos eletromagnéticos artificiais poderiam afetar a coerência informacional do medicamento BioFAO. Para isso, foram utilizados cinquenta camundongos do tipo Wistar, submetidos à intoxicação por Methamidophos. Da mesma forma, o medicamento BioFAO também foi submetido a condições específicas: exposto a celular; exposto a micro-ondas; celular desligado. GRUPO A: Controle (sem medicação) GRUPO B: BioFAO íntegro GRUPO C: BioFAO (exposto a celular) GRUPO D: BioFAO (exposto a micro-ondas) GRUPO E: BioFAO (celular desligado) Os animais intoxicados por Methamidophos e tratados com BioFAO íntegro, tiveram 100 % de sobrevida. Já os grupos tratados com BioFAO previamente exposto a radiação de celular ou micro-ondas apresentaram mortalidade de 20 % e 25 %, respectivamente (p < 0,05).
  Resultados Principais:  width= ➡ Os resultados demonstram que a radiação eletromagnética desorganiza parcialmente a estrutura de coerênciadas ultradiluições, reduzindo seu efeito terapêutico. Logo, a exposição prévia do medicamento a campos EM reduziu a eficácia em até 25 %.

Conceitos da pesquisa

O principal conceito desta pesquisa foi a confirmação que o medicamento BioFAO armazena e mantém informação eletromagnética coerente, suscetível à desorganização quando submetido a campos de alta frequência. Este fenômeno está alinhado à teoria dos domínios de coerência da água (Del Giudice), segundo a qual vibrações externas podem romper a estrutura ordenada do campo quântico. Logo, a perda de efeito não se deve ao calor, mas à interferência de frequências incoerentesque alteram a ressonância do sistema.

Relevância para BioFAO

Esta pesquisa embasa as recomendações fundamentais da prática clínica ao método BioFAO:
  1. Evitar o armazenamento do medicamento próximo a fontes de radiação eletromagnética (celulares, roteadores, micro-ondas, computadores).
  2. Reforça o princípio de que o campo informacional é sensível e deve ser preservado.
  3. Além disso, fornece comprovação empírica do caráter biofísico e ressonante das ultradiluições BioFAO.

Convergência com modelo terapêutico

O medicamento BioFAO 155CH foi submetido a três condições:
  1. Padrão: sem exposição;
  2. Celular: frasco posicionado a 5 cm de um aparelho celular em ligação contínua por 15 min;
  3. Micro-ondas: frasco colocado a 30 cm de forno micro-ondas ligado por 5 min;
  4. Celular desligado: controle negativo.
Os medicamentos foram administrados em ratos Wistar intoxicados por DL50 de Methamidophos. A mortalidade e o comportamento foram acompanhados por 72 h. Desta forma, foi confirmado que a exposição do medicamento à condições adversas não recomendadas na prática clínica ao método, reduzem sua eficácia em até 25%.

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