• Pesquisa clínica – Pacientes intoxicados com agrotóxico e solvente (UFRJ)

    Autores: Míria de Amorim

    Seção: Clínica

    Análise da evolução dos sintomas de pacientes intoxicados por agrotóxico e solventes ao longo de 18 meses de tratamento com a BioFAO (jan-06 a jul-07), com enfoque nas alterações imunológicas e neurológicas. Os casos são crônicos e refratários a tratamento prévio convencional.

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  • Um ensaio experimental demonstrando os efeitos de ultradiluições no tratamento homeopático para doença de Chagas

    Autores: Mário P. Gonzalez; Mafalda Biagini, Míria de Amorim, Paloma Aparecida Libânio Nunes, Prof. Dr. Altino Luiz Silva Therezo, Profª Drª Haydée Maria Moreira, Profª Drª Luciamare Perinetti Alves Martins, Renato Augusto Tambelli, Thomas Alexandre Yasuda

    Este trabalho tem como objetivo demonstrar a possibilidade de uma nova forma de tratamento para a doença de chagas, utilizando o método BioFAO. Os resultados obtidos demonstram que o tratamento com BioFAO diminuiu a mortalidade sendo a diferença entre os grupos estatisticamente significativa com p<0,05, fato este que nos remete a importância de se intensificar pesquisas nesta área, visto esta doença estar recrudescendo em algumas regiões brasileiras.

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  • Avaliação da infecção experimental com Leishmania chagasi em hamsters pelo tratamento com o complexo de medicações ultradiluidas fatores de auto-organização

    Autores: Silvio Leite Monteiro da Silva

    Os animais foram acompanhados a partir dos 3 (três) meses de vida até o 106º dia de infecção, e o fator sexo influenciou o desenvolvimento da doença e o efeito do tratamento. Significativamente, a sobrevida e a redução da alopecia foram menor e a imunoistoquímica maior, todos para as fêmeas medicadas; houve aumento da evolução da massa corporal para machos e fêmeas medicados; e houve redução na formação de granulomas para os machos medicados; todos comparados em relação aos seus respectivos controles positivos. Observamos que a medicação alterou o curso da doença de forma significativa, em especial favorável a fêmeas. Futuros trabalhos podem identificar os mecanismos deste fenômeno.

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  • Agrohomeopatia BioFAO: uma ponte integrativa entre o vegetal e o humano

    Autores: Áurea Oliveira, João Paulo Ribeiro-Oliveira, Marli A. Ranal, Míria de Amorim, Quintiliano Siqueira Schroden Nomelini

    Após a Revolução Industrial, o estresse e a depressão aumentaram e a agrohomeopatia BioFAO pode melhorar a situação. O Brasil é um dos três maiores países exportadores de grãos do mundo, mas também o maior consumidor mundial de agrotóxicos. Sabendo-se que o BioFAO organiza o biocampo dos seres vivos, a hipótese que se apresenta é a de que a simples manipulação do produto para aplicação em plantas possa melhorar a qualidade de vida do manipulador.

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  • Tratamento experimental da intoxicação por chumbo com medicamento homeopático BioFAO

    Autores: Míria de Amorim, Profª Drª Haydée Maria Moreira

    Os resultados demonstram a efetividade do tratamento com MH no método BioFAO na eliminação de chumbo das estruturas avaliadas (cérebro, rim, fígado, ossos). Apresentou significativa a diminuição de chumbo, inclusivo do osso, que é uma estrutura extremamente resistente à retirada do chumbo (27 anos para eliminação cinética).

    Comitê de ética: protocolo 654/08

    Autores:

    *Moreira H. M.1; Amorim M.2; Ferreira H. p.2; Almeida, A.A. 3.; Lorecchio G. P. L.1; Dias, M.A1;  Biagini M. 1- Faculdade de Medicina de Marília; 2- Universidade Federal do Rio de Janeiro; 3- Unesp de Botucatu

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  • Controle de pulgões em couve-manteiga com BioFAO

    Autores: Marli A. Ranal, Míria de Amorim

    A eficácia do BioFAO no controle de B. brassicae foi máxima aos 6 m de distância da parcela tratada, chegando a 89%. Os resultados obtidos mostram que o BioFAO é eficiente para o controle de pulgões em mudas de couve-manteiga, indicando seu potencial para a maximização da agricultura orgânica.

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  • Complementary Medicine with High Dilutions Strengthen Conventional Therapies and Health –

    Autores: Silvio Leite Monteiro da Silva

    Criadores preocupados com as terapias convencionais para ovinos e caprinos podem se interessar pela medicina complementar com altas diluições. Existem diversas vantagens em adicionar essas opções de ferramentas ao cuidado animal. O capítulo considera a relação entre criadores, animais, veterinários e tendências de consumo. Também discute o contexto relacionado às oportunidades que o estado da arte atual dos medicamentos de alta diluição oferece, bem como os desafios enfrentados pelas soluções convencionais predominantes no mundo todo. São identificadas seis abordagens terapêuticas úteis para esses pequenos ruminantes. Algumas delas requerem apoio profissional especializado, enquanto outras já estão prontas para aquisição e uso. São fornecidas referências sobre como o trabalho evolui em sistemas e como encontrá-los. As descobertas afirmam claramente que a introdução de medicamentos complementares altamente diluídos oferece vantagens para as demandas atuais.

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  • A sobrevida de camundongos com tumor ascítico de Ehrlich tratados com ultradiluições BioFAO

    Este trabalho demonstra a possibilidade do uso da Metodologia BioFAO no tratamento de câncer. A terapêutica com o complexo BioFAO na DH foi efetiva, regredindo em 30% as medidas da massa tumoral, além de controlar o crescimento do tumor impedindo sua expansão. Este trabalho com resultados tão impactantes abre a possibilidade para novos estudos relacionados à utilização de ultradiluições em neoplasias.

    Autores:
    MOREIRA, H. M.; AMORIM, M.; MARUYAMA, C. G.; TRINCA, R. M.; TORRES, C.S.; ORNELLAS, R.; SANTOS, C.; ALVES JUNIOR, M.; GUIGUER, E. L.; LIRA,

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  • Comparação entre o tratamento feito com BioFAO e sulfato de atropina no modelo de DL50 em ratos intoxicados por agrotóxicos organofosforados

    Este trabalho tem como objetivo demonstrar a possível eficácia do tratamento BioFAO na desintoxicação de animais intoxicados por Chlorpiriphos e Methamidophos. Nos grupos submetidos a DL50 e que não foram tratados tivemos como resultado 12 óbitos no grupo que recebeu Methamidophos e 9 óbitos no grupo que recebeu chlorpiriphos, nas primeiras 24 horas após a intoxicação. Nos dois grupos que receberam os OF e foram tratados com os BioFAO não ocorreu nenhum óbito nas primeiras 24 horas de observação, e nem nos próximos 30 dias (período em que ficaram sendo observados).

    Autores: MOREIRA, HM, AMORIM, M, LAZARINI,CA, BIGNARDI, F, TIGGER, J, PACHECO-FERREIRA, H.

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