Pesquisas e Evidências Científicas BioFAO
Doença de Chagas – Dra. Haydée M. Moreira
Pesquisa conduzida pela Dra. Haydée Moreira demonstrou que o método BioFAO reduz a parasitemia e aumenta a sobrevida em camundongos infectados com Trypanosoma cruzi. O estudo evidencia a capacidade da BioFAO de modular o biocampo imunológico, abrindo perspectivas para o manejo de infecções crônicas e degenerativas.
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Sobre a teoria
Cabeçalho Técnico

Esta pequisa utilizou camundongos do tipo Wistar (
, 25–30 g) infectados por via intraperitoneal com T. cruzi(cepa Y). Após 24 h, iniciou-se o tratamento com BioFAO 10CH ou 30CH, administrado via oral, comparando-se com um grupo controle não tratado.
A parasitemia foi quantificada diariamente (dias 4 a 20) por microscopia de sangue fresco e esfregaço corado e após 8 meses, realizou-se necropsia para análise histológica.
Resultados Principais:

➡ Redução significativa da carga parasitária (p < 0,05) e sobrevida prolongada em até 8 meses— indicando modulação do biocampo imune.
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Conceitos da Pesquisa
No decorrer do experimento, a resposta observada foi que o uso do BioFAO não decorre de ação antiparasitária direta, mas da reorganização do campo biológico, que restabelece o equilíbrio entre resposta inflamatória e regeneração tecidual. Esta ação informacional promove resposta imune coerente, reduzindo a replicação do T. cruzisem provocar imunossupressão. Os resultados estão alinhados com os conceitos de Del Giudice (coerência da água) e Rubik (biocampo como regulador sistêmico).
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Relevância para BioFAO
Essa pesquisa demonstrou, pela primeira vez, que o medicamento BioFAO atua também em modelos infecciosos complexos, regulando a resposta do hospedeiro frente a um patógeno intracelular. Esta é uma das evidências mais importantes de que a informação organizada pode restaurar o equilíbrio vital mesmo em doenças infecciosas graves.
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Convergência com modelo terapêutico
Camundongos infectados com Trypanosoma cruzi (cepa Y) e tratados com o método BioFAO apresentaram redução significativa da parasitemia e sobrevida prolongada quando comparados ao grupo controle, que evoluiu a óbito em até 20 dias. Nos grupos BioFAO 10CH e 30CH, 66 % dos animais sobreviveram e negativaram a parasitemia, mantendo-se vivos por até 8 meses após a inoculação. (p < 0,05).
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Referências
🔗 Moreira, H. M. et al. Efeitos do método BioFAO na infecção experimental por Trypanosoma cruzi (Doença de Chagas) em camundongos Swiss. IX SINAPIH, 2008.
🔗 Moreira, H. M. et al. BioFAO 10CH e 30CH reduzem parasitemia e aumentam sobrevida em modelo experimental da Doença de Chagas. Artigo interno Instituto BioFAO, 2009.

