Tumor Sólido de Ehrlich – Dra. Haydée Moreira

Seção: Básica
Categoria: Oncologia Experimental
Autores: Profª Drª Haydée Maria Moreira

Em camundongos portadores de tumor sólido de Ehrlich, o tratamento com o complexo BioFAO resultou em crescimento tumoral mais lentoregressão completa em 30 % dos animais tratados e ausência de óbitos. O grupo controle apresentou progressão contínua e mortalidade de 20 %. A diferença entre as curvas de crescimento foi estatisticamente significativa (p= 0,0037), indicando ação biológica mensurável das ultradiluições.

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  • Sobre a teoria

    🧾 Cabeçalho Técnico

    Esta pequisa utilizou vinte camundongos inoculados tumoralmente no coxim plantar com 10⁵ de células viáveis de tumor de Ehrlich (ascítico). Estes animais foram divididos em dois grupos distintos de 10 cada, os quais, no grupo A recebeu um veículo neutro, e o grupo B teve uma sequência do complexo BioFAO nas dinamizações 10DH, 11DH e 12DH. Este estudo foi monitorado semanalmente por 9 semanas com paquímetro digital.

    GRUPO  A: Controle (sem tratamento)
    GRUPO  B: Tratados com FAO (10 DH, 11 DH e 12 DH)



    🔬 Resultados Principais:

    ➡ O tratamento reduziu a velocidade de crescimento tumoral e promoveu
    regressão parcial ou total em parte dos animais.

  • Conceitos da Pesquisa

    O principal conceito desta pesquisa experimental foi gerar resultados comprovatórios indicando que o complexo BioFAO exerce ação sistêmica reguladora sobre a resposta orgânica ao tumor. O padrão de regressão não pode ser explicado por farmacodinâmica química, e sim por reorganização de coerência do biocampo, favorecendo processos de autorregulação e vitalidade celular.

  • Relevância para BioFAO

    Esta pesquisa complementa o modelo ascítico ao demonstrar, em tumor sólido, que a ultradiluição BioFAO modula a progressão tumoral e favorece regressão tecidual, oferecendo evidência robusta da eficácia informacional em oncologia experimental.

  • Referências

    🔗 Moreira, H. et al. “Efeitos de ultradiluições BioFAO no crescimento do tumor sólido de Ehrlich em camundongos”. Rev. Bras. Med. Fam. e Comunidade, 2012.